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15/7/09

Partindo com Maturidade

Republico a matéria abaixo onde demonstra efetivamente que não se precisa inventar a roda para se ter sucesso nas implantações. Parabéns!

Letnis implementa solução SAP ERP com Best Practices para Theraskin -

PRESS RELEASE

Letnis implementa solução SAP ERP com Best Practices para Theraskin

Aprimorar o controle e o processo de gestão foram as necessidades apresentadas pela Theraskin, um laboratório 100% brasileiro, que desenvolve e comercializa produtos para os cuidados com a pele e da saúde feminina. A Theraskin vem passando por um processo de transformação e ampliação nas novas linhas de produtos, revitalização da unidade fabril e de toda comunicação corporativa, através um intenso trabalho de mudança cultural com parceiros e colaboradores.

A necessidade de alicerçar os processos de negócios, aumentando o grau de confiabilidade nos controles e processos fizeram com que a empresa buscasse um parceiro para fornecer e implementar uma solução de gestão que suportasse os planos de crescimento. A LETNIS, provedora de soluções e consultoria há mais de 10 anos em negócios e SAP ERP, foi a empresa escolhida para implementar a solução SAP ERP 6.0 com Best Practices para a Theraskin, após um longo processo de seleção, entrevistas e demonstrações do produto.

“A demonstração do produto SAP ERP e suas potencialidades como governança, escalabilidade e a integração total dos processos, aliada a execução dos processos empresariais do produto, foram os principais fatores para a nossa decisão. Buscávamos uma consultoria com perfil diferenciado por sermos uma empresa (exclui a palavra familiar) com visão e valores bem definidos e encontramos na LETNIS transparência na demonstração do produto, confiabilidade, além do custo-benefício para este investimento”, explica Raquel Almeida, Gestora de TI da Theraskin.

Segundo Mario Mendonça, Diretor para o mercado de médias empresas da LETNIS, “O retorno do sistema SAP ERP com Best Practices, com cenários de negócios pré-configurado, documentados e testados, é imediato a partir da liberação para o ambiente produtivo, já que a característica da solução é funcionar como um acelerador onde é preciso apenas alguns ajustes de acordo com as peculiaridades do cliente. Mendonça ainda explica que o escopo fica definido desde o começo e as necessidades adicionais podem ser implementadas de maneira incremental em novas fases, permitindo que o cliente possa, rapidamente, colher os frutos do investimento na solução e planeje melhorias, pois o produto tem escalabilidade e constante investimento em evoluções”.

O contrato iniciou com a aquisição do primeiro servidor e o levantamento de dados do antigo sistema e está na fase instalação do SAP ERP. Ele contempla, neste primeiro momento as seguintes funcionalidades ou processos: financeiros (FI), Controladoria e Custos (CO), Vendas e Faturamento (SD), Compras e Administração de materiais (MM), Planejamento e Produção (PP), Administração de Qualidade (QM) e Controle e Gerenciamento de Documentos (DMS).

O projeto tem um ciclo de execução de seis meses e está sendo desenvolvido em total integração com os colaboradores da Theraskin, com o compromisso de garantir o prazo e escopo definidos na fase de avaliação, com transparência e determinação que são valores da LETNIS. - it web - Você Informa

 

criado por Fernando Cereja    21:50 — Arquivado em: IT - diverses, ITIL, SAP - news

6/7/09

A governança efetiva ainda não é fato.

  Matéria pubicada em:  B2B magazine > Canais > Negócios
  60% de projetos de mudanças falham -
  6 de julho de 2009 às 13h13
 
Seis em cada 10 projetos corporativos que buscam implementar alterações organizacionais não dão certo. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (6) pela IBM como um dos resultados do estudo “Making Change Work” (Fazendo a Mudança Acontecer), realizado ao final de 2008 com mais de 1.500 executivos de 15 países, incluindo o Brasil.

Um dos objetivos do levantamento da empresa, era analisar como as organizações gerenciam mudanças e identificar estratégias que contribuam para a melhoria dos resultados de seus projetos. Dentre os resultados obtidos, a IBM informou que os maiores obstáculos ao efetivar uma transformação na organização são a cultura corporativa e a resistência das pessoas.

Cerca de 60% dos entrevistados afirmaram que mudar a forma de pensar e a atitude das pessoas é um grande entrave, seguido da cultura corporativa com 49%, já que muitas vezes os funcionários têm dificuldade em se adaptar às transformações e temem encarar os desafios.

“É preciso maior integração e agilidade para desenvolver soluções e processos flexíveis que tornem o ambiente corporativo mais dinâmico e eficiente, atendendo assim às demandas dos usuários e consumidores em geral. O gerenciamento da mudança visa garantir as transformações necessárias, de forma rápida e efetiva, a fim de permanecer à frente da concorrência. E para que tudo isso ocorra de forma transparente, o uso de ferramentas de colaboração funciona como um elo fundamental para a comunicação entre os funcionários e a diretoria”, comenta Luiz Flavio Barros de Oliveira, consultor da IBM Brasil.

O porcentual de CEOs esperando mudanças substanciais cresceu de 65% em 2006 para 83% em 2008, mas os relatos de gerenciamento de transformações bem sucedidas subiram apenas 4%, de 57% para 61% durante o mesmo intervalo. Esta disparidade entre mudança esperada e a sensação de ser capaz de gerenciá-la, o ‘Change Gap’, quase triplicou.

Os projetos com maior índice de sucesso (20% da amostra da pesquisa), reconhecidos como ‘Change Masters’, alcançaram um percentual de 80% de eficácia, quase o dobro da média. Em grande contraste estão os 20% com menor índice de sucesso – os ‘Change Novices’ –, que apresentaram uma taxa de eficiência de 8%.

criado por Fernando Cereja    22:56 — Arquivado em: IT - diverses

1/7/09

Crise é o momento de investir, diz executivo da SAP - Por Fabiana Monte, editora-assistente do COMPUTERWORLD – 30/06/2009

Em meio à crise econômica, a melhor estratégia é investir em consolidação e racionalização de recursos. Esta é a opinião de Bill McDermott, presidente de operações globais e membro do comitê executivo da SAP, que esteve no Brasil em visita a clientes e representantes da ASUG (grupo de usuários SAP para a América), na última semana.

Para o executivo, momentos de instabilidade financeira trazem à tona com mais força a cobrança por redução de custos. E a melhor forma de fazer isso, pondera, é consolidar e racionalizar o uso da tecnologia já em uso.

Pelos cálculos de McDermott, consolidar diversas soluções de ERP em um único produto gera um corte de custos da ordem de 50%. E essa economia pode ser revertida e usada em inovação pelas empresas. “As pessoas estão compreendendo que não podem apenas cortar custos para sobreviver. É preciso inovar”, avalia.

A análise é de um executivo que começou a trabalhar na SAP em 2002 e, cinco anos depois, passou a acumular os cargos de presidente e CEO para Américas e Ásia-Pacífico/Japão. Desde 2008, McDermott é o presidente de operações globais da companhia alemã.

Sua visão é de que a crise financeira é a hora certa para as empresas olharem para seus processos e sua infraestrutura, identificando o que existe de redundante e de desperdício.  “As empresas que apenas cortarem custos vão falhar”, orienta.

O executivo se diz mais otimista em relação aos rumos da economia global a partir do segundo semestre do ano e de 2010, com o mercado de capitais voltando a ganhar força e a liquidez retornando a economias de todo o mundo.

Em relação ao Brasil, McDermott concorda que o País está no foco das atenções de qualquer empresa que tenha operações na América Latina. Em 2008, o faturamento nacional da SAP cresceu 11,4%. “Era óbvio para mim que o Brasil figurava como um dos país mais emergentes do mundo. Mas ele já emergiu. Temos aqui uma grande base de clientes que pensam de forma global”, avalia, referindo-se aos 1,9 mil usuários que a companhia tem no País.

Apesar do avanço, a empresa alemã tem de enfrentar o crescimento da brasileira Totvs, que, com a compra da Datasul, detém 39% do mercado de sistemas de gestão no Brasil, de acordo com pesquisa da Fundação Getulio Vargas. A SAP ocupa a segunda posição, com 23%.

McDermott afirma que a diferença entre a oferta da SAP e a da Totvs está na capacidade de atuação global - incluindo adaptações da plataforma em relação a idioma, moeda local e peculiaridades regulatórias de cada país. “Estou confiante de que permanecemos como a número 1. Temos 86 mil clientes em todo o mundo”, calcula.

Apesar de citar números da operação global, McDermott garante que, ao defender sua solução, não está pensando sobre estatísticas e a respeito do crescimento da SAP, mas sobre o desenvolvimento dos clientes da companhia. Para ilustrar, ele conta que, durante os encontros com participantes do ASUG no Brasil, discutiu assuntos variados, como consolidação, Business Intelligence, cloud computing, retenção de clientes e expansão de negócios.

Com base na gama de assuntos tratatos nas conversas, ele reforça que somente uma plataforma global é capaz de atender a todos esses aspectos que hoje estão no foco dos clientes. “A Totvs não poderia sequer ter uma das conversas que eu tive”, ataca.

E a aposta de McDermott é que a SAP vai experimentar crescimento cada vez maior no Brasil entre pequenas e médias empresas. “Como você pode fazer negócios se não tem uma plataforma que é fácil em relação a idioma e moeda?”, exemplifica.

 

 

           

 

 

 

 

criado por Fernando Cereja    16:23 — Arquivado em: SAP - news
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