…eu TI informO… ( by euT!nf consultoria)

Descreve a roda da Informação: a pessoa humana, TI e o verbo da ação. Just do IT. Enjoy IT. (IT - Information Technology - yes, I do!) - euT!nf consultoria especializada em OLME (SAP-MM)

30/12/08

eu NÃO TI espero

  Quando este espaço foi criado, em sua proposta, especifiquei como sendo num formato “pratos sobre a mesa”. E isto quer dizer que: vou ao mercado, seleciono as safras, trago para casa. Preparo com alguns temperos e ofereço aos amigos num serviço hospitaleiro.

  E nesta época do ano em que muitos param para refletir principalmente no futuro, muito distante de ser um prognosticador de eventos, achei curioso a matéria de Martin Veith publicada no Computerworld, delineando 5 previsões de TI que NÃO vão acontecer em 2009. Sirvo neste momento como o último prato deste ano.

  EM: http://computerworld.uol.com.br/mercado/2008/12/23/5-previsoes-de-ti-que-nao-vao-acontecer-em-2009/

 

Mercado
    5 previsões de TI que não vão acontecer em 2009  -
    Por CIO Magazine, Inglaterra - 26 de dezembro de 2008 - 07h00

  Nesta época do ano, jornalistas adoram compor listas sobre o que deve acontecer nos próximos doze meses. Nada errado com isso, mas estamos aqui para – na forma de antídoto – sugerir algumas coisas que não devem acontecer em 2009:

5. Vasto desenvolvimento de ferramentas de inteligência – muitas pessoas pensam que ferramentas de BI serão utilizadas em mais desktops e que, com isso, os usuários finais poderão entendê-las melhor, o que permitiria aos fornecedores ampliar sua base, hoje composta basicamente de executivos. Mas o BI é, na verdade, um software avançado para usuários avançados, e fornecer ferramentas de análise em escala para todos os usuários é algo como usar uma metralhadora para matar um rato (difícil e um tanto quanto perigoso). Tornar as ferramentas mais baratas e mais ‘utilizáveis’ é algo que ainda está na esfera dos departamentos de marketing dos fornecedores.

4. Tornar-se verde – é um mito que a TI está se tornando verde. Muitos CIOs estão olhando com muito cuidado como tirar mais valor de seus investimentos e parte disso inclui o corte de custos aonde for possível, incluindo o consumo de energia. Salvar o planeta é apenas um bônus.

3. Combinar estratégias de ERPhaverá um tempo para muitas companhias em que todos os aplicativos corporativos adquiridos ao longo dos anos farão sentido. Mas com empresas como Oracle e SAP ainda organizando os aplicativos que eles uniram com suas aquisições, isso não acontecerá em 2009.

2. Boom do offshoring – algumas pessoas acreditam que a recessão representa o momento de terceirizar tudo que se mova. Talvez o movimento ocorra, mas não em setores como serviços financeiros, viagens e outras verticais que irão procurar se mexer menos em 2009, especialmente em relação a novos projetos, não importando que percepção tenham do valor da terceirização.

1. Renovação nos parques de desktops – o Windows Vista ainda é um sistema operacional distante do mercado e PCs comprados há menos de cinco anos ainda estão com suas CPUs, memórias RAM e discos plenamente funcionais. Conclusão: a renovação dos parques de PCs deve aguardar ainda mais um ano.

criado por Fernando Cereja    2:37 — Arquivado em: IT - diverses, SAP - news

17/12/08

TI CRI(s)E

  Em tempos de vaca magra até mesmo nossa carteira de couro legítimo sofre de desnutrição.

  E como (não do verbo comer) a esperança é a última que morre (de fome), acrescento neste post uma matéria escrita no dia 16 de Dezembro no Gazeta Mercantil pelo jornalista João Paulo Freitas, onde minha intenção era de dar um gostinho de aperitivo em nossa confiança, se não fosse o recheio no título dele com a descrente palavra “ainda”.    Confiram em:

                       

http://www.gazeta.com.br/GZM_News.aspx?parms=2241268,519,20,1

 

“Vida Executiva - 16/12 - 01:24

Áreas de TI e Telecom ainda não sentem os efeitos da crise

São Paulo, 16 de Dezembro de 2008 - A remuneração dos profissionais que atuam nos segmentos de tecnologia da informação (TI) e telecomunicações ainda não foi impactada pela crise financeira. É o que se pode concluir do estudo da remuneração desses setores, elaborado pela empresa de recrutamento de executivos Michael Page. O levantamento teve como base os dados obtidos com 7 mil entrevistas conduzidas ao longo do ano de 2008.

Segundo Ricardo Basaglia, gerente da divisão de tecnologia da Michael Page, o levantamento não detectou nenhum impacto da crise sobre o mercado de TI e telecomunicações. “Esse setor passa por um momento, ainda, de salário inflacionados. O crescimento da remuneração de 2007 para 2008 foi de 30%”, afirma.

De acordo com o consultor, algumas áreas, como a atuação com sistema de gestão empresarial SAP, estão particularmente inflacionadas. “Existem poucos profissionais qualificados no mercado. Isso se deve muito também ao cenário do Brasil, onde ocorrem muitas mudanças tributárias e ajustes fiscais, o que exige que adaptações constantes dos sistemas”, afirma. “Isso faz com que a demanda de profissionais aqui seja maior do que em outros países. Sem contar que muitos módulos de SAP ainda não haviam sido explorados dentro da empresas”. (o grifo é meu)

Outro profissional que tem salários elevados é aquele que atua com arquitetura de informação. “É uma posição demandada e com poucos profissionais no mercado, por ser uma área nova”, observa.

Segundo Basaglia, o mercado segue aquecido principalmente no caso das consultorias que prestam serviços para empresas localizadas fora do Brasil. “Neste momento de crise, muitas companhias americanas, que tinham restrição em relação a empresas brasileiras porque elas não eram tão conhecidas, mudaram de postura”, explica. “A prioridade para a prestação desses serviços era dada a nomes conhecidos, mesmo que seus preços fossem mais altos. Mas há hoje uma grande pressão por redução de custos. Por isso tem havido demanda por profissionais que possam atuar em projetos internacionais e que tenham inglês fluente e experiência com outras culturas”, completa.

Porém, Basaglia observa que são poucos os profissionais do ramo que têm domínio da língua inglesa, o que diminui as oportunidades de mercado para muitos. De acordo com o consultor, essa competência garante um acréscimo de 20% a 30% na remuneração. “A demanda pelo inglês fluente é crescente, principalmente pela expansão dos serviços offshore. Como a área de tecnologia demanda que o profissional se mantenha constantemente atualizado, muitas vezes ele se dedica a cursos, certificações e acaba não tento o inglês como prioridade em um primeiro momento. Mas essa decisão terá impacto no futuro”, alerta o especialista.

A crise também tem provocado mudanças no perfil que as empresas desejam do diretor de tecnologia (em inglês, CIO, sigla de chief information officer). “Até o primeiro semestre, havia procura por profissionais com experiência em governança e abertura de capital [IPO, na sigla em inglês]. Era importante que os profissionais deixassem as empresas preparadas para fusão e aquisição, por exemplo. De um meses para cá, temos notado uma mudança. As companhias estão procurando profissionais com uma visão forte de redução de custos e renegociação com fornecedores. Hoje os projetos que não estão ligados a redução de custo e não garantem resultados de curto prazo ficaram para um segundo plano”, afirma.

Conforme Basaglia, o mercado está exigindo que o profissional de TI e telecomunicação tenha uma visão de negócios, e não apenas conhecimento técnico. “A adaptação da linguagem é um grande desafio. O profissional deve falar da língua dos negócios e ter uma comunicação clara e eficaz. O ‘tecniquês’ não dever ser usando o tempo todo”, orienta.

Basaglia diz ainda que cada vez mais os profissionais vêm sendo convidados a se reunir com outras áreas das empresas para ver como a tecnologia pode apoiá-las. “É importante que o profissional saiba com clareza qual é o impacto que cada projeto tecnológico gera de resultados à companhia”, completa.

(Gazeta Mercantil/Caderno D - Pág. 7)(João Paulo Freitas)”

criado por Fernando Cereja    23:48 — Arquivado em: IT - diverses, SAP - news — Tags:,

16/12/08

A CRISE , TI e SAP

  Publicado hoje uma matéria na Gazeta Mercantil que relata a situação de TI e Telecom frente a crise mundial.
  Uma matéria que identifica que ainda não estamos perdendo o sono, e que ‘nossas’ contas poderão ainda serem cumpridas pela nossa obrigação.
  Veja a matéria assinada por João Paulo Freitas:

http://www.gazetamercantil.com.br/GZM_News.aspx?parms=2241677,43,1,1

Tecnologia da Informação16/12 - 03:35
GAZETA: TI e Telecom ainda não sentem os efeitos da crise

 

SÃO PAULO, 16 de dezembro de 2008 - A remuneração dos profissionais que atuam nos segmentos de tecnologia da informação (TI) e telecomunicações ainda não foi impactada pela crise financeira. É o que se pode concluir do estudo da remuneração desses setores, elaborado pela empresa de recrutamento de executivos Michael Page. O levantamento teve como base os dados obtidos com 7 mil entrevistas conduzidas ao longo do ano de 2008.

Segundo Ricardo Basaglia, gerente da divisão de tecnologia da Michael Page, o levantamento não detectou nenhum impacto da crise sobre o mercado de TI e telecomunicações. "Esse setor passa por um momento, ainda, de salário inflacionados. O crescimento da remuneração de 2007 para 2008 foi de 30%", afirma.

De acordo com o consultor, algumas áreas, como a atuação com sistema de gestão empresarial SAP, estão particularmente inflacionadas. "Existem poucos profissionais qualificados no mercado. Isso se deve muito também ao cenário do Brasil, onde ocorrem muitas mudanças tributárias e ajustes fiscais, o que exige que adaptações constantes dos sistemas", afirma. "Isso faz com que a demanda de profissionais aqui seja maior do que em outros países. Sem contar que muitos módulos de SAP ainda não haviam sido explorados dentro da empresas".  (o grifo é meu)

Outro profissional que tem salários elevados é aquele que atua com arquitetura de informação. "É uma posição demandada e com poucos profissionais no mercado, por ser uma área nova", observa.

Segundo Basaglia, o mercado segue aquecido principalmente no caso das consultorias que prestam serviços para empresas localizadas fora do Brasil. "Neste momento de crise, muitas companhias americanas, que tinham restrição em relação a empresas brasileiras porque elas não eram tão conhecidas, mudaram de postura", explica. "A prioridade para a prestação desses serviços era dada a nomes conhecidos, mesmo que seus preços fossem mais altos. Mas há hoje uma grande pressão por redução de custos. Por isso tem havido demanda por profissionais que possam atuar em projetos internacionais e que tenham inglês fluente e experiência com outras culturas", completa.

Porém, Basaglia observa que são poucos os profissionais do ramo que têm domínio da língua inglesa, o que diminui as oportunidades de mercado para muitos. De acordo com o consultor, essa competência garante um acréscimo de 20% a 30% na remuneração. "A demanda pelo inglês fluente é crescente, principalmente pela expansão dos serviços offshore. Como a área de tecnologia demanda que o profissional se mantenha constantemente atualizado, muitas vezes ele se dedica a cursos, certificações e acaba não tento o inglês como prioridade em um primeiro momento. Mas essa decisão terá impacto no futuro", alerta o especialista.

A crise também tem provocado mudanças no perfil que as empresas desejam do diretor de tecnologia (em inglês, CIO, sigla de chief information officer). "Até o primeiro semestre, havia procura por profissionais com experiência em governança e abertura de capital [IPO, na sigla em inglês]. Era importante que os profissionais deixassem as empresas preparadas para fusão e aquisição, por exemplo. De um meses para cá, temos notado uma mudança. As companhias estão procurando profissionais com uma visão forte de redução de custos e renegociação com fornecedores. Hoje os projetos que não estão ligados a redução de custo e não garantem resultados de curto prazo ficaram para um segundo plano", afirma.

Conforme Basaglia, o mercado está exigindo que o profissional de TI e telecomunicação tenha uma visão de negócios, e não apenas conhecimento técnico. "A adaptação da linguagem é um grande desafio. O profissional deve falar da língua dos negócios e ter uma comunicação clara e eficaz. O ‘tecniquês’ não dever ser usando o tempo todo", orienta.

Basaglia diz ainda que cada vez mais os profissionais vêm sendo convidados a se reunir com outras áreas das empresas para ver como a tecnologia pode apoiá-las. "É importante que o profissional saiba com clareza qual é o impacto que cada projeto tecnológico gera de resultados à companhia", completa. - (João Paulo Freitas - Gazeta Mercantil)

 

criado por Fernando Cereja    21:19 — Arquivado em: IT - diverses, SAP - news
Posts mais antigos »
Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://tiword.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o servio e siga participando do Terra Blog.