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29/1/09

Investimento Seguro (ou segure seu queijo)

  Em tempos de economia, nossa preocupação sempre é que a crise não roa nossa carteira. E antes (não durante e nem depois) de iniciar um projeto é vital que se calcule o Retorno do Investimento (ROI) ao negócio do que será aplicado no projeto.  Para depois não perguntarmos quem roeu nosso queijo.

 

   Mas quero trazer a atenção de como o SAP tem sido a saída para se cuidar do queijo.

 

 

Em it web; você imforma em 28/01/09:

 

“Cotrisoja contabiliza ROI dez vezes maior que o investimento na solução SAP

 

Com a implementação do sistema de gestão empresarial da SAP, na Cotrisoja, associação de agricultores voltada para a produção, armazenagem, transformação e comercialização de produtos agropecuários, localizada no Rio Grande do Sul, iniciou-se uma reestruturação em toda a empresa. Desse esforço conjunto resultou uma organização enxuta, com instrumentos tecnológicos confiáveis e foco no agronegócio.

O projeto, que consistiu na implantação dos módulos de Vendas e Distribuição, Administração de Materiais, Finanças, Controladoria e Qualidade, foi apoiado pela Sonda Procwork, maior empresa Latino-Americana de TI ( Tecnologia da Informação). “Optamos pelos serviços da integradora pela facilidade de nos relacionar com a sua filial em Porto Alegre e pelo atendimento direto prestado por profissionais adaptados com a realidade local”, conta o gerente administrativo e financeiro da Cotrisoja, Gilmar Wagner.

A decisão pelo software da SAP veio com a constatação das dificuldades em estabilizar a área financeira e garantir o melhor aproveitamento dos recursos disponíveis. A Cotrisoja elaborou um diagnóstico para a revisão de todos os processos operacionais e detectou a necessidade da implantação de um software de ERP (Enterprise Resource Planning) para alcançar a produtividade desejada. “Nossa solução anterior foi adquirida de um fornecedor da região, que há mais de dez anos parou de atualizar o produto. Por isso a ferramenta estava ultrapassada e deixou de ser confiável”, explica Wagner.

A introdução da nova tecnologia trouxe as melhores práticas de gestão à rotina da companhia, que passou a atualizar a movimentação financeira e o estoque em tempo real. Como anteriormente as vendas e os dados armazenados nos sistemas legados passavam sete dias sendo atualizados no estoque e no setor financeiro durante a noite, os gestores eram prejudicados com a falta de informações gerenciais precisas. “Hoje o fluxo contábil pode ser acompanhado sem interrupções e podemos assegurar nossa máxima produtividade”, ressalta o executivo.

Após um ano e oito meses utilizando a solução, que foi implantada em sete meses, Wagner afirma que o resultado de todas as mudanças foi, no mínimo, dez vezes maior que o investimento realizado. “Tivemos uma adequação de toda a empresa paralelamente à introdução da ferramenta e já estamos prevendo uma segunda etapa do projeto, que inclui o estudo da possibilidade de adquirirmos no futuro os módulos de produção, gerenciamento eletrônico de documentos e de armazenamento das informações corporativas em bancos de dados (Business Warehouse)”, afirma ele.

Fundada em 1966, a cooperativa tem hoje 2.107 associados distribuídos por suas sete unidades localizadas no Rio Grande do Sul. Atuando nas produções animal e vegetal e no varejo, a organização gera 326 empregos diretos e uma série de empregos indiretos.

Para o diretor regional da Sonda Procwork em Porto Alegre, André Lins, o projeto implementado na Cotrisoja tem um papel fundamental para o Estado riograndense por assegurar a dinamização do desenvolvimento regional sustentado. “O novo sistema empregado contribuiu para a efetivação de ações integradas entre associados e o mercado que estimulam o aperfeiçoamento progressivo e a defesa das atividades econômicas de caráter comum aos produtores da cooperativa”, considera Lins. –  Mariana Brambilla”

criado por Fernando Cereja    21:02 — Arquivado em: IT - diverses, SAP - news — Tags:,

22/1/09

De olho na SAP

  Gazeta, uma palavra pouco inserida em nosso vocabulário, significa pubicação períodica impressa em folhas soltas e dobradas ao meio.  Gazeta era o que chamamos hoje de jornal.  Mas por termos tanto um jornal como uma emissora de televisão com este nome, para nós Gazeta virou sinônimo de notícia.

  Portanto, colo a ‘gazeta” que a Gazeta gazetou à respeito da SAP.  Uma matéria bem atualizada e de interesse a nossa atenção para esta grande responsável pelo nosso ganha pão.

 

Extra!  Extra!  Extra! Leiam :    SAP promove transição com novo comando no Brasil

“SÃO PAULO, 22 de janeiro de 2009 - O presidente e executivo-chefe da SAP para a América Latina, Rodolpho Cardenuto, lidera a transição de comando no Brasil, que envolve a implementação de novo plano estratégico, incluindo uma nova estruturação do atendimento às grandes empresas.

Com a saída de Alberto Ferreira da presidência da SAP Brasil, anunciada na última semana, Cardenuto acumulará temporariamente o seu cargo com a direção no País da empresa alemã de software para gestão corporativa. “Vinha conversando com o Ferreira desde o fim do ano para saber o melhor momento de anunciar a mudança. Mas como era período de encerramento do exercício fiscal, resolvemos deixar parar o começo deste ano. E agora começa tudo novo, com a implementação do plano estratégico, e dando a mensagem da mudança aos funcionários e ao mercado, para deixar claro que não tem nada a ver com a crise global”, conta Cardenuto.

Segundo ele, Ferreira - que esteve durante um ano e meio na presidência - se comprometeu a acompanhar a empresa até março, quando deve ser iniciado um processo de seleção do seu substituto, que vai envolver candidatos internos e externos. “A previsão mais otimista é que vou acumular os cargos até abril”, diz.

Cardenuto entrou na empresa na metade de 2008, para assumir a responsabilidade pelos negócios na América Latina, transmitida pelo português José Duarte, que foi realocado para comandar a região que contempla a Europa, Oriente Médio e África. Na mesma época, a gigante alemã estava tornando a América Latina uma das quatro regiões autônomas em que os negócios globais estavam divididos. Anteriormente o comando local se reportava à SAP Americas. Agora o canal com a mais alta administração é direto. Contribuiu para isso o fato de ela ter se tornado a de mais rápido crescimento de negócios no mundo, ajudada pelos bons resultados no Brasil.

Os ventos auspiciosos puderam ser bem sentidos até o 3º trimestre do ano passado, ao qual se referem os últimos resultados anunciados. A SAP Brasil registrou no período crescimento de 83,1% nas vendas de software, em comparação com a mesma época de 2007. Os resultados globais do 4º trimestre só serão divulgados no fim de janeiro. Fica difícil imaginar que as mesmas taxas de expansão possam ser mantidas com o acirramento da crise mundial, no fim do último ano, e esse é um dos grandes desafios previstos para 2009. Cardenuto reconhece que adicionar novos clientes se torna mais difícil no momento e por isso os serviços prestados à base e os clientes que trazem receita recorrente ganham importância.

A SAP pretende manter o foco nas pequenas e médias empresas, nicho que foi o principal alvo para promover o crescimento nos últimos anos. Mas principalmente está mudando a forma como atua junto aos grandes clientes. Havia apenas uma organização e forma de tratamento para todas as grandes, apesar de informalmente existir uma certa diferenciação, de acordo com o tamanho do contrato. Cardenuto explica que agora isso será estruturado. Um grupo de empresas, responsáveis por trazer mais receita, terá atendimento mais direto, com equipe própria e orçamento para isso. Outro será dividido em equipes com capacidades específicas para três setores estratégicos, de grande potencial de crescimento: serviços financeiros, comércio e setor público. E sobra um terceiro grupo para o restante das grandes empresas que são clientes.”  - (Carlos Eduardo Valim - Gazeta Mercantil) - em Tecnologia da Informação - 22/01.

criado por Fernando Cereja    21:40 — Arquivado em: IT - diverses, SAP - news — Tags:

Gestão de Serviço

  A necessidade de práticas de gerenciamento de Serviço, como as práticas Itil, hoje são requisitos necessários para gestão das áreas de TI.  O anúncio abaixo mostra a tendência que as empresas de software estão adotando.

Seis passos para o SaaS em 2009
 

por Mary Hayes Weier | InformationWeek EUA

21/01/2009
Software-as-a-service está ganhando terreno, mas ainda não pode ser chamado de um grande jogador no mercado de software corporativo
 

Software como serviço, ou simplesmente SaaS, tem ganhado força nos últimos anos como alternativa ao tradicional software licenciado, mas ele ainda não pode ser avaliado como um grande player no mercado de softwares corporativos. A InformationWeek EUA identificou seis pontos que precisam acontecer para que o SaaS amplia sua atuação em 2009.

 

1 - Ganhar solidez e o compromisso da Microsoft, Oracle e SAP

O SaaS continua ganhando espaço, mas as empresa que trabalham com o conceito, como a Salesforce.com, Net Suíte, Workday, entre outras, ainda não têm presença forte no mercado corporativo. Muitas das grandes corporações que possuem contratos com Microsoft, Oracle e SAP não pensam em desistir de seus compromissos. Diante do cenário, o sucesso do SaaS em 2009 vai depender do suporte que ele receberá de vendedores estabelecidos.

As gigantes do software têm dado passos tímidos na direção do software-as-a-service, mas será preciso algo mais consistente para a consolidação do conceito.

2 - Atingir o conceito “Excellent”

Muitos gestores de TI não gostam da ideia de ter o sistema financeiro da empresa rodando e sendo gerenciado por outra parte. Ainda assim, o serviço de SaaS tem sido bem avaliado. Para atingir níveis superiores, no entanto, precisa atingir grau de quase perfeição no uptime e em disponibilidade. A falta de controle cria certa barreira ao conceito e por isso o nível de exigência é maior. Além disso, para ganhar a confiança dos CIOs, os provedores de SaaS precisam ser mais transparentes em relação a localização dos data center e sobre quem os opera.

3 - Preço baixo e integração facilitada

As empresas que aderiram ao SaaS, o fizeram pelo baixo custo e pela facilidade operacional. Mas, os custos e a complexidade aparecem quando a empresa decide pela integração do aplicativo com o software que roda nas máquinas da companhia - muitas vezes programa licenciados. A responsabilidade pela integração dos softwares recai, muitas vezes, sobre os gerentes de TI e, para ter sucesso, os provedores de SaaS precisam fazer mais para facilitar o processo. Os CIOs estão ouvindo com atenção seus colegas que trabalharam com o conceito antes de considerar a utilização de software como serviço.

4 - Provar que SaaS é menos caro que um software tradicional

O SaaS surge como algo mais em conta porque as empresas estão alugando o software, pagando anualmente ou mensalmente pela assinatura, diferente de pagar milhões de dólares por um período de licença, além de alocar dinheiro para implementar o programa no local.

Software-as-a-service, no entanto, pode também requerer um investimento algo, particularmente se uma integração com o software do cliente for necessária. É preciso se faça mais estudos detalhando os custos de várias aplicações SaaS e comparar os investimentos com softwares onsite.

5. Melhorar perfil de rentabilidade e crescimento

Não há provedor de SaaS que tenha tido mais sucesso em termos de crescimento de receita e lucratividade que a Salesforce.com. Mas isso não significa saúde para toda a indústria. O modelo de software como serviço não é dos mais fáceis de fazer dinheiro; uma vez que os provedores do conceito não atingiram os milhões de dólares.

E a razão pela qual empresas tradicionais como SAP e Oracle têm caminhado lentamente para o modelo SaaS é que o conceito não é rentável como os softwares licenciados. Mais provedores de SaaS precisam provar que trata-se de um bom negócio para atrair investimentos e talentos.

6 - Convencer clientes de que eles podem viver sem customização

Uma das razões para o SaaS custar menos é que o mesmo aplicativo será adotado por diversas empresas, o que significa pouca ou nenhuma customização. Muitos clientes, no entanto, são adeptos da exclusividade. O desafio, nesse caso, é mostrar o que de customização realmente é necessário em uma aplicação de recursos humanos, por exemplo.

Existem algumas formas de customizar o SaaS. A Salesforce.com oferece um ambiente de desenvolvimento para criar aplicações SaaS. Na maior parte dos casos, no entanto, o software como serviço é mais escolha de configuração que um código. É por isso que os provedores precisam convencer os clientes de que as opções de configuração são uma alternativa aceitável à customização. “

criado por Fernando Cereja    13:12 — Arquivado em: IT - diverses — Tags:
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