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7/10/08

conceITos I - Processo

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 No mundo dos bites, de projetos e desenvolvimentos de software, alguns termos são bastantes comuns e vale o interesse de nos familiarizarmos com eles, pois são constantes suas citações.

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  Alguns são detalhados especificamente em alguns frameworks. Tentarei dar a referência e tendenciar para o mundo SAP.

       Começarei está série dando a definição de:    

                                                  Processo
(do verbo latim procedere que indica a ação de avançar, ir para frente (pro+cedere)).

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IEEE:   é uma seqüência de passos realizados para um determinado propósito.

 CMMI (de projeto):  um conjunto de atividades, métodos, práticas e tecnologias que as pessoas utilizam para desenvolver e manter projetos e seus produtos relacionados. Também descreve as atividades reconhecidas como implementação das práticas do modelo.

 RUP: descreve quem está fazendo o quê, como e quando.

  ITiL: Conjunto de atividades inter-relacionadas ou interativas que transforma insumos (entradas) em produtos. Agrupamento em seqüência de todas as tarefas destinadas a obter um determinado resultado. Trata-se da combinação de atividades, equipamentos, instalações, mão-de-obra, métodos, técnicas, ferramentas, procedimentos e outros fatores com a finalidade de elaborar um produto ou alcançar um resultado preestabelecido.

 PMBOK: São os trabalhos descritos realizados em um projetos que se relacionam e interagem durante a condução do trabalho. A descrição de cada um deles é feita em termos de entradas, Ferramentas e técnicas e saídas.

SOA: concentram-se nas tarefas repetitivas executadas em uma seqüência lógica (fluxos), fornecendo resultados definidos para apoiar os objetivos da organização.

ASAP: regras de negócios e suas soluções que direciona e garante a execução das implantações.

 

    EM nosso mundo:

  Na Engenharia de Software, processo é um conjunto de passos parcialmente ordenados, cujo objetivo é atingir uma meta: entregar um produto de software de maneira eficiente, previsível e que atinja as necessidades de negócio. Geralmente inclui análise de requisitos, programação, testes, entre outras tarefas.

Em Sistemas Operacionais (SO), processo é um módulo executável único, que corre concorrentemente com outros módulos executáveis.   Por exemplo, em um ambiente multitarefa (como o Unix) que suporta processos, um processador de texto, um navegador e um sistema de banco de dados são processos separados que podem rodar concomitantemente.  Processos são módulos separados e carregáveis, ao contrário de threads, que não podem ser carregadas.   Múltiplas threads de execução podem ocorrer dentro de um mesmo processo.   Além das threads, o processo também inclui certos recursos, como arquivos e alocações dinâmicas de memória.

Em Bancos de dados (DBA), processo é um conjunto de operações lógicas e matemáticas feitas em dados, de acordo com instruções programadas, com o objetivo de adquirir a informação desejada. Inclui código, dados e outros recursos de sistema, além de pelo menos uma thread de execução, que faz a tarefa de processamento dos dados.

Algo mais. No CMMI

Processo de Baixa Qualidade

  São caracterizados como de Baixa Qualidade (imaturos):
* Processos improvisados durante o curso do projeto;
* Falta rigor no cumprimento quando o processo é estabelecido;
* Falta controle;
* Dependência dos profissionais;
* Inexistência ou redução das atividades de revisão e testes;
* Organizações reacionárias: os gerentes normalmente estão focados na solução de problemas imediatos;
* É indisciplinado

Resultados:
* Pouca Produtividade;
* Qualidade de difícil previsão;
* Alto custo de manutenção;
* Comprometimento da qualidade em função de prazos e custos;
* Cronogramas e orçamentos são freqüentemente estourados;
* Risco na adoção de novas tecnologias.

Processos de Alta Qualidade

* São caracterizados como de Alta Qualidade (maduro):
* O processo é coerente com as linhas de ação da organização;
* Processo conhecido por todos;
* Apoio visível da ata administração.
* Auditagem dá fidelidade ao processo;
* Medidas de produto e do processo;
* Adoção disciplinada de tecnologia.

Resultados:

* Pápeis e responsabilidades claramente definidas;
* Acompanhamento da qualidade do produto e da satisfação do ciente;
* Expectativas para custos, cronograma, funcionalidades e qualidade do produto é usualmente alcançada.

Para ler: “Processos de software são softwares, também.” – Lee Osterweil, “Softwares Process Are Softwares TOO”, Proceedings os the Ninth International Conference on software engireneering. – Monterey, CA.
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16/9/08

Desenvolvimento e Manutenção em SAP - como fazer?

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ERP, ou Enterprise Resource Planning, é a definição de sistema de informação que integra todos os dados e processos de uma organização em um único sistema.
  Descrito como a própria definição: inicia e termina em sistema.  

  Evidentemente, desde que surgiu o computador, as informações ainda dependem do comprometimento das atualizações de dados, aqui de forma sistêmica, para que se obtenham INFORMAÇÃO.
  Um dado inserido com(o) um erro num sistema integrado poderá correr plurais passos antes que se note o tropeço.    Ou o pior, em outra situação, onde uma informação correta poderá sofrer deformação por percorrer em caminhos sinuosos recorrentes a deformações no nivelamento do piso.
  Deixando um pouco da linguagem figurada de lado, vou destacar o “sofrer deformação por percorrer em caminhos sinuosos”.

   Como nasce uma “solução”?   Vou pegar como exemplo o fluxo do RUP: Concepção; Elaboração; Construção e Transição.

  O caminho é sempre o mesmo, somente mudam-se os nomes das ruas.

  Na Concepção de uma demanda sem uma gestão de Requisitos, Funcionais e não Funcionais, corre-se o risco de passar por especificações ambíguas, arquiteturas desequilibradas, má estimativa de prazo e valor, por definição de complexidade subjugada, cenários de testes insuficientes ou redundantes e, no fim, reports faltosos com a verdade.
  E sabemos e convivemos com este barulho todo dia que:

 Quanto mais avançado no  fluxo o erro, ou a falha, for descoberto, maior será o custo do acerto. Ou seja, um erro acertado no momento da Construção é menos custoso quando for acertado na transição.
  Qual o segredo para se antecipar estes problemas?  Para remediar?  Ou para contornar? 
 Podemos dizer que para cada fase do fluxo existem as melhores práticas para mitigar o problema.   (Gestão de Requisitos, Gerenciamento da configuração, Gerenciamento da Continuidade dos Serviços (PCN), Gerenciamento de Iniciativa, Gerenciamento de Capacidade, Gerenciamento de Crise, Gerenciamento de Demanda, Gerenciamento de Desempenho, Gerenciamento de Incidente, Gerenciamento de Mudanças, Gerenciamento de Testes, Gerenciamento de Problemas, Gerenciamento de Processos, Gerenciamento de Portifólio, Gestão de Qualidade, e uma sopa de acrônimos que tanto desfilam hoje como BCP, SAOM, SOA, SMART, CMM e CMMi (entre muitos outros)).
  Se chamam de as melhores práticas, quantos estão sendo usados? Se aplicam a rotinas SAP?

                                
  O sistema SAP é um satélite que reflete a luz da tecnologia ERP no mundo da tecnologia da Informação nas grandes Incorporações.

  Vale a pena compararmos, ou entendermos o ganho que temos em praticar estes frameworks nas rotinas de SAP e isto que proponho neste espaço.

  Próximo tema: Integração dos Modelos de Capacitação e Maturidade de Sistemas em SAP .

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Am I a spambot? yes definately
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