3/11/08
Projeto Corrido
O que conta no resultado de uma corrida é quem passa primeiro o nariz pela linha de chegada. Ou melhor, o bico do carro.
Independente do nariz ou do bico, quem ganha o campeonato é quem acumulou mais ponto na soma de todos os resultados.
A corrida de ontem (Interlagos, 02 de novembro de 08) foi um modelo de planejamento, gestão de riscos, gerenciamento de Desempenho, trabalho em equipe e controle de performance.
No mundo competitivo e em crise, fora das pistas, cada segundo também é determinante para uma tomada de decisão que pode definir o futuro de uma organização. O controle por todo campeonato, ou melhor, por todo o projeto deve ser rigoroso até a última curva, ou melhor, até sua conclusão.
O sucesso depende que façamos a nossa obrigação, principalmente nos testes de validação, pelo modelo Massa: aquilo que chamamos de Volume Test – quanto maior a massa de dados utilizados, maior a probabilidade de assertividade. (ou chamado de Stress Test).
O que aprendemos de Hamilton? Aprendemos que às vezes precisamos ser ousados. Fazer a Gestão de Riscos. O PMBOK descreve risco como um evento ou condição incerta que, se acontecer tem um efeito positivo ou negativo para a organização. Ou seja, a conseqüência é incerta.
Uma vez planilhado o valor de um serviço, devem ser mapeados os meios em que eles se encontram e delimitado o escopo de atuação. Este escopo deve estar focado no que realmente é significativo para a organização, pois, assim, será possível gerenciar os riscos de uma melhor maneira. E o Hamilton, na última volta, na última curva, nos últimos segundos, enxergando o título, acelerou.
O que conta no resultado de uma corrida é quem passa primeiro o nariz pela linha de chegada. Ou melhor, o bico do carro.

Ao cruzar a linha de chegada, alcançando o resultado esperado (de ser o quinto), Hamilton passa seu nariz e o bico do carro para receber a bandeirada que validava seu campeonato.

A SAP mostrou estar na frente, pois tanto abaixo do nariz, no capacete do Hamilton, lá adesivada no bico do carro da Mclaren como marca de um projeto calculado, administrado e vencedor.

Conclusão: Na fórmula 1 os brasileiros sempre suam atrás de uma marca alemã.

criado por Fernando Cereja
18:08 — Arquivado em: 





